Inconsolável.
Ainda alimentei esperanças de que o poema afixado na quarta-feira passada (de um disco que acabara de comprar e que é um verdadeiro achado) pudesse vir a substituir aquele que foi escolhido para o hino de campanha do PSD...
Já imaginava Santana chegar-se ao centro do palco, a luz intensa sobre ele, e ouvir uma boa voz de barítono entoar «Man is for the woman made». Imagino que pudesse sublinhar as palavras com alguns gestos significativos e facilmente reconhecíveis. Subitamente surgiriam da sombra uma dezena de «piquenas» suculentas que ele apalparia e que, depois, a um sinal de autoridade, desapareciam de novo na sombra. Isso sim, seria mais eficaz que aquela lamechice brasileira... Não há nada como uma mensagem clara. E, vendo bem, no plano das ideias é imbatível.